a chuva ainda molha a janela de madeira da sala e dela vejo árvores e flores molhadas donde vem um cheiro bom de frescura, um cheiro a terra molhada, um cheiro a vida um cheiro a paz.
olho as nuvens acinzentadas que se transformam em macio algodão como dos lençóis matinais, os meus olhos contemplam a luz opaca do dia que descansa os meus olhos que assistem a mais um espetáculo singelo e belo o dia vai indo devagar enquanto vejo o mundo que recebe a chuva de braços abertos para que as gotas refresquem o dia para que humedeça os meus olhos que contemplam o sonho e a preguiça do dia
e meu corpo se invada de sensação tal que é tranquilidade que é calmaria
os meu olhos, o meu corpo, o dia, a calma a frescura da vida.
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