Ouve, vagueio por um espaço cheio de luz, cercado pelo silêncio. Não é o teu. Neste espaço e pelo meio de tanta luz vejo-te claramente quando espreito pela janela.
Rodo a cabeça, depois o corpo ~de forma doce e compassada e vejo que não es tu que lá estas. Terá sido ilusão. Onde estas ? Em que braços te suspendes, onde estão os teus labios vigorosos ? Que planicies sobrevoam o meu anjo de asas brancas?
Olho, fixo furtivamente um robot que se levanta do seu luto, de boca entreaberta como um ovo, fresco na sua tenra idade. Olho, e vejo o que em breve nos espera, um anjo entoa o canto das flores que dão fruto.
"Chega-se a ser grande por aquilo que se lê e não por aquilo que se escreve" JORGE LUIS BORGES
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Perdemos a viagem
Peço ao patrão para sair mais cedo, meto-me no IC 19 cheio de trânsito, vou ao médico que fica no centro de Lisboa, perco tempo, dinheiro e a boa disposição. Chego para além de cansado, atrasado e descubro que já não tenho consulta, o medico saiu, era á uma hora atrás, tentaram-me ligar mas o telemóvel estava desligado...enfim perdi tempo e uma viagem.
Acontece-me algumas vezes e já deve ter acontecido a meio-mundo.Todos já estiveram no lugar errado á hora errada por pura distracção. O problema é quando acontece muitas vezes, quando perdemos viagens todos os dias. Todinhos. É o caso daqueles que ainda não entenderam o que andam realmente a fazer por aqui.
Perdemos viagens quando não nos comprometemos: nem com uma profissão, com um relacionamento ou com as nossas próprias opiniões. Perdem viagens aqueles que flutuam, aqueles não pousam em qualquer sentimento, que não lutam por nenhuma ideia nunca assumindo a responsabilidade por aquilo que fazem, pois na verdade não fazem nada. Respirar já é uma tarefa dura demais. Os dias passam e eles passam pelos dias sem que nada fique registado. Sem nada que valha a pena lembrar.
Perdemos a viagem quando em vez de vivermos a nossa vida, ficamos a patrulhar a vida alheia. Quando decidimos o que está certo ou errado para os outros. Quando não toleramos formas de pensar e de viver diferentes e gastamos a nossa boca com bisbilhotices e nossos olhos com voyeurismos palermas. Perdemos a viagem quando dedicamos mais tempo á existência do vizinho do que á nossa.
Perdemos a viagem quando somos preguiçosos e não somos capazes de um telefonema para um telefonema para quem gostamos, quando demoramos meses a terminar a leitura de um livro ou levamos meses para decidir visitar um amigo. Pessoas que pensam que tudo é cansativo e pesado, que acreditam que tudo pode esperar e que todos perdoarão a ausência ou o relaxo.
Perdem a viagem aqueles que não sabem de onde vieram nem tentam descobrir. Não sabem para onde vão nem tentam saber o caminho. Aqueles para quem a televisão, pode na boa, substituir as emoções.
Perdem a viagem todos aqueles que se entregam de mão beijada as garras do tédio.
Acontece-me algumas vezes e já deve ter acontecido a meio-mundo.Todos já estiveram no lugar errado á hora errada por pura distracção. O problema é quando acontece muitas vezes, quando perdemos viagens todos os dias. Todinhos. É o caso daqueles que ainda não entenderam o que andam realmente a fazer por aqui.
Perdemos viagens quando não nos comprometemos: nem com uma profissão, com um relacionamento ou com as nossas próprias opiniões. Perdem viagens aqueles que flutuam, aqueles não pousam em qualquer sentimento, que não lutam por nenhuma ideia nunca assumindo a responsabilidade por aquilo que fazem, pois na verdade não fazem nada. Respirar já é uma tarefa dura demais. Os dias passam e eles passam pelos dias sem que nada fique registado. Sem nada que valha a pena lembrar.
Perdemos a viagem quando em vez de vivermos a nossa vida, ficamos a patrulhar a vida alheia. Quando decidimos o que está certo ou errado para os outros. Quando não toleramos formas de pensar e de viver diferentes e gastamos a nossa boca com bisbilhotices e nossos olhos com voyeurismos palermas. Perdemos a viagem quando dedicamos mais tempo á existência do vizinho do que á nossa.
Perdemos a viagem quando somos preguiçosos e não somos capazes de um telefonema para um telefonema para quem gostamos, quando demoramos meses a terminar a leitura de um livro ou levamos meses para decidir visitar um amigo. Pessoas que pensam que tudo é cansativo e pesado, que acreditam que tudo pode esperar e que todos perdoarão a ausência ou o relaxo.
Perdem a viagem aqueles que não sabem de onde vieram nem tentam descobrir. Não sabem para onde vão nem tentam saber o caminho. Aqueles para quem a televisão, pode na boa, substituir as emoções.
Perdem a viagem todos aqueles que se entregam de mão beijada as garras do tédio.
A ignorância.
A ignorância age como um buraco negro. Tem a sua maneira, tem a forma de uma lagarta que se intromete no conhecimento onde cria buracos de espanto e dores de crescimento.Mas existem dois tipos de ignorância. Uma passiva que está relacionada com a ignorância do próprio animal, despretensiosa. E uma ignorância activa, onde são reconhecidas capacidades adequadas ao animal, que usa de forma eficaz a sua energia para se manifestar e transformar a sua presença numa ameaça.
Esta ignorância espalha-se a partir de revistas, televisões, jornais, blogues e produz uma vida dura e cinzenta amorfa e apatetada. Cria uma doença infame onde quase tudo é paliativo.A presença da ignorância arrogante, de apaixonada representação cria relações perversas entre conceitos, palavras e confunde dados, tendendo a criar um universo caótico e muito eficaz para partir a cabeça a cada indivíduo, para criar desconfiança em qualquer afirmação, em qualquer declaração em qualquer diagnóstico. Este mal estar cresce com a sua própria miséria, com a doença do poder. Cresce como um monstro que se alimenta das suas aberrações, como uma plantação de caciques nascidos do lodo que constroem novos edifícios com o cimento da deformidade.
Não há nenhuma maneira de neutralizar o poder do mal, essa praga, essa tetrologia. Os editores de texto nas salas de imprensa, os académicos nas suas enciclopédias, os professores nas salas de aula, são insuficientes para contrariar o desenvolvimento exuberante da ignorância que não é culpa deste, ou daquele, do tempo….onde mais uma vez, vamos cair em generalidades cinzentas da formação global e globalizante. Formamos ignorantes funcionais, ou modernamente “idiotas úteis” vitimas de uma aprendizagem reles e facilitista promovida por um conhecimento “alternativo”. O conhecimento do escuro ? A escuridão do conhecimento. A sola do Iluminismo.
O Beijo
Reflectiste os teus lábios nos meus, ou melhor, colocaste na minha pele a densidade dos teus lábios… como o teu beijo era suave e doce como framboesas. Esta memória do toque ficou em mim durante o dia e embora eu, não pensasse nisso foi-se espalhando pelo meu sangue e tomando toda a minha energia. Pensei por um instante, que a pressão dos teus lábios nos meus lábios, tivesse desencadeado alguma reacção do tipo psicotrópica como fonte de prazer. Explicação bem mais convincente que a tradicional e imediata que os meus pensamentos atribuíram as secreções da minha alegria. Na verdade, só me lembro do prazer, um prazer sem identidade ou nome especifico, que quando identificado, foi chamado de amor.
Pornografia cibernetica
Foi hoje, pela milionésima vez trocaram-me o computador aqui do Lab. Aqui estou eu, defronte a um mesmo objecto de desejo, e com as mesmas pernas trémulas. Pergunto-lhe:
O que gostas ? Que flashes são esses ? Hum...nunca mais estás pronto ! Estou só a testar-te, vou-te passar a mão e apertar-te aqui ! Um pouco mais, diz-me...porque não respondes ? Posso clicar, agora do lado esquerdo ! Nhac...parece que não gostas !
Deus seja louvado, parece que acabaste de estourar. Então, tudo bem ? Vamos lá recomeçar. Oh não...outra vez não! Porra...o ecrã azul não...finish !
Pura infância. Disto é dificil manter a nostalgia. Talvez só aconteça as criaturas homens tão arrogantes quanto inseguras. Talvez por isso, as meninas prefiram o Apple.
O que gostas ? Que flashes são esses ? Hum...nunca mais estás pronto ! Estou só a testar-te, vou-te passar a mão e apertar-te aqui ! Um pouco mais, diz-me...porque não respondes ? Posso clicar, agora do lado esquerdo ! Nhac...parece que não gostas !
Deus seja louvado, parece que acabaste de estourar. Então, tudo bem ? Vamos lá recomeçar. Oh não...outra vez não! Porra...o ecrã azul não...finish !
Pura infância. Disto é dificil manter a nostalgia. Talvez só aconteça as criaturas homens tão arrogantes quanto inseguras. Talvez por isso, as meninas prefiram o Apple.
Cumplicidade
Diz-me, onde foi encontrada esta simples forma de amar?
A minha pergunta pode ser um grito no meio de todo o silêncio, pelo desejo escondido, mal disfarçado, de fazer do nosso pequeno mundo, uma surpresa na construção de estrelas, luas e lugares onde depositamos todas as nossas vontades.
É um rabisco de mim que torna sagrado o tempo em que estou nos teus braços.
Sou pequeno e grande em tudo o que vês em mim. Que eu não vejo, por falta de fé ou por parecer imerecido.
Temos a imagem de inocentes certezas, pequenos pontos brilhantes soltos no espaço, pelo qual ainda vivemos. Sou a confissão nos teus pensamentos. Em cada história reinventada um suspiro, um amor que se renova, um olhar que se bebe, uma vontade que rejuvenesce. Acredito ser isso que me cativa no meio de tantos desencontros. Essa cumplicidade, leves sorrisos, fugidios olhares, é o que me prende. Não é nem preciso que me contes dos teus caminhos, porque sei do calor do teu corpo quando, escuto o declamar de coisas que não conheço e as tuas mãos correm nos meus cabelos, com aquele jeito especial que é só teu. Cada pedaço de mim enrolado nos teus dedos é uma palavra de mim. Mergulho no teu olhar e o que vejo é puro prazer quando, sentindo muito além do que esperamos, as tuas mãos tocam-me nos lábios que, suavemente, depositam um beijo. Nesse instante de pura magia o coração acelera e como tudo que é mágico envolvemo-nos em poesia. A tua voz conhece o meu corpo, tantas foram as vezes desbravado pelas nossas vontades. Se a noite é fria, aquecemo-nos e de loucura nos cobrimos como feras em êxtase.
Quero ficar perdido neste sonho, de uma saudade e acordar quando os teus lábios falarem aos meus do amor que somos nesse pensar e sentir. Somos fantasia, envolvida numa mística realidade. Um deitar de corpos, um doce e sereno esculpir de laços. Somos a construção do que construímos. Pedaços de textos e histórias em contrapontos. Ama em nós o sentido que nos aproxima. Afinal quem és e como foi a tua aprendizagem a amar da forma que eu amo?
Talvez seja a medida desmedida com que tenho medido. A palavra que espera um complemento. Ou talvez seja mesmo a metade de uma alma que deslumbrada cede ao toque e desperta sedenta desse amor que promete e que se realiza em mim. Pergunto sem cessar porque tenho tanto de ti. Sou a tua vontade escondida, o reflexo do teu olhar e a simplicidade de uma sedução. Pois seja, eu confesso, parecemos inocentes certezas... Prova de que o amor não necessita de explicações; simplesmente acontece nos corpos que se procuram no infinito.
A minha pergunta pode ser um grito no meio de todo o silêncio, pelo desejo escondido, mal disfarçado, de fazer do nosso pequeno mundo, uma surpresa na construção de estrelas, luas e lugares onde depositamos todas as nossas vontades.
É um rabisco de mim que torna sagrado o tempo em que estou nos teus braços.
Sou pequeno e grande em tudo o que vês em mim. Que eu não vejo, por falta de fé ou por parecer imerecido.
Temos a imagem de inocentes certezas, pequenos pontos brilhantes soltos no espaço, pelo qual ainda vivemos. Sou a confissão nos teus pensamentos. Em cada história reinventada um suspiro, um amor que se renova, um olhar que se bebe, uma vontade que rejuvenesce. Acredito ser isso que me cativa no meio de tantos desencontros. Essa cumplicidade, leves sorrisos, fugidios olhares, é o que me prende. Não é nem preciso que me contes dos teus caminhos, porque sei do calor do teu corpo quando, escuto o declamar de coisas que não conheço e as tuas mãos correm nos meus cabelos, com aquele jeito especial que é só teu. Cada pedaço de mim enrolado nos teus dedos é uma palavra de mim. Mergulho no teu olhar e o que vejo é puro prazer quando, sentindo muito além do que esperamos, as tuas mãos tocam-me nos lábios que, suavemente, depositam um beijo. Nesse instante de pura magia o coração acelera e como tudo que é mágico envolvemo-nos em poesia. A tua voz conhece o meu corpo, tantas foram as vezes desbravado pelas nossas vontades. Se a noite é fria, aquecemo-nos e de loucura nos cobrimos como feras em êxtase.
Quero ficar perdido neste sonho, de uma saudade e acordar quando os teus lábios falarem aos meus do amor que somos nesse pensar e sentir. Somos fantasia, envolvida numa mística realidade. Um deitar de corpos, um doce e sereno esculpir de laços. Somos a construção do que construímos. Pedaços de textos e histórias em contrapontos. Ama em nós o sentido que nos aproxima. Afinal quem és e como foi a tua aprendizagem a amar da forma que eu amo?
Talvez seja a medida desmedida com que tenho medido. A palavra que espera um complemento. Ou talvez seja mesmo a metade de uma alma que deslumbrada cede ao toque e desperta sedenta desse amor que promete e que se realiza em mim. Pergunto sem cessar porque tenho tanto de ti. Sou a tua vontade escondida, o reflexo do teu olhar e a simplicidade de uma sedução. Pois seja, eu confesso, parecemos inocentes certezas... Prova de que o amor não necessita de explicações; simplesmente acontece nos corpos que se procuram no infinito.
Evolução ou não.
Não consigo imaginar a Madalena Iglésias a gritar : " Toquem o caralho da musica!". A isto chama-se evolução.
Barriguitas
Também recordo que a lerda da tartaruga dura 300 anos e o pobre do coelho nem 300 dias.
Não me chateio por ser gordo, afinal vou ter muito tempo para ser um monte de ossos !
Para os fanáticos das magrezas relembro que a baleia bebe agua, come peixe e nada o dia inteiro e é gorda com'o caraças...o elefante só come vegetais e é gooorrrdddoooo!!!!!!
Vivam as batatas fritas e as imperiais !!
Tu menina bonita, tens pneu ? O avião também tem.
A não esquecer:
Se caminhar fosse saudavel, os carteiros eram imortais !
Conclusão:
Abaixo os ginásios, viva o sedentarismo ocioso !
Estamos a morrer e não sabemos...
Existem mulheres que gostam de ser objectos de consumo, como um electrodoméstico ou um avião, umas maquinas de boas mamas e rabos colossais e sexys (mesmo a fingir)...
O que podemos fazer? Entrar na coisa e passar-mos a ser a coisa delas... mas mais atrevidos, mais activos, como metrelhadoras, um Ferrari, um torpedo inteligente e mais importante : somos uns pénis voadores, passamos a "passaralhos" super-potentes, mas irresponsáveis e frívolos.
Pousa e voa, pousa e voa, sem flacidez e sem angustia. Homem que é macho tem pavor em ser comido por uma mulher. Não há entrega. basta encaixar. O heroi macho, encaixa-se na heroina femea e pruduzem uma engrenagem cheia de luxos e arrepios, barcos e caipirinhas, spas e BMWs, num esfuziante relacionamento que dura três capas de revista!
Têm o descaramento de atribuirem uma intrigante "profundidade" a esta triste superficialidade !
Gente
Quando nasci tive uma necessidade enorme de ser amado, não sei o que se passa, mas nunca superei isso.
Gosto de ver pessoas que sorriem. Engraçado, sorrimos todos no mesmo idioma.
Tem dias em que me sinto solitário, terrivelmente só. Quando paro encontro uma simples razão; ergo muros no lugar de erguer pontes e isso faz toda a diferença. Não sei o que me faz grande ou pequeno. Será a minha altura, o meu peso ou serão os meus músculos? Receio que tenha mais a ver com o tamanho da minha sensibilidade...
Quando aqui no trabalho, as pessoas se sentem sem importância ou demasiado pequenas para fazerem a diferença peço-lhes para dormirem num quarto fechado com um mosquito.
Ainda a minha cabeça...
Estou a passar por uma coisa chamada
FLASHBACK e é NORMAL
pIOr....................tenho de me aguentar á bronca.......................
mas vai PASSAR !!!!!!!!!!!!!
A minha cabeça.
É um atracção estúpida pelo sofrimento, por ver coisas que não existem, por fazer filmes que só passam na minha cabeça ! Esta coisa idiota de viver o sofrimento passado como se tivesse sido ontem e pensar que os sonhos não foram feitos para mim !! Sei que isto vai passar, ou está a passar mas era escusado passar por isto se a cabecinha não sofresse estas paralisias temporárias.
Ninguem ganha com estes estados meio vegetativos e ausentes por onde de vez em quando passo. Sofro eu, sofrem as pessoas que muito amo e sofrem aqueles que me amam a mim...é terrível !!
Felizmente, consigo separa o trabalho desta confusão toda e concentrar-me. É difícil, exige o dobro do meu esforço e chego ao fim do dia duplamente cansado.
Hoje fico por Lisboa...
Entendo. O melhor de estar fora de casa é saber que volto, saber que os meus livros estão lá, os meus cd's lá estão desarrumados, o microondas por arranjar, um dos armários da cozinha por arranjar, a roupa por lavar e outra tanto por passar, saber que vou dormir no sofá a ver um qualquer filme manhoso ou um qualquer jogo de futebol...o pateo, o Babuc e também o Bolt !
Lá está tudo, intacto...as camisolinhas do Filipe, os patins, os Bakugans e outros vestígios teus !
É muito bom abrir a porta e sentir o cheiro, sentir que por lá estiveste e que por lá voltarás...
Ah! Como eu entendo, quando dizes :
"Hoje fico por Lisboa...!"
medidas desmedidas...
Lembro-me de ler num livro do MEC o seguinte:
Os amantes tornaram-se sócios. Reúnem-se, discutem problemas, tomam decisões. O amor tornou-se numa variante psico-sócio-bio-ecológica da camaradagem. A paixão que devia ser desmedida, é na medida do possível.
Quando leio, sorrio. O meu amor tem mesmo essa medida : é desmedidamente exagerado !
Dias de 24.000.000 - 1 de patas
Então é assim :
- Duas fontes de alimentação de PC's queimadas.
- Um equipamento de antibiogramas a "disparar" o quadro eléctrico.
- Uma placa de electrodesionização do equipamento de desmineralização queimada.
- Um chiller de arrefecimento da TAC que não "cabe" no lugar dele.
- Uma UPS a entrar em bay-pass e a descarregar baterias.
- Um mamografo que corta imagens, que afinal, só corta por deficiente posicionamento dos utentes - azelhice da técnica.
- Um equipamento de comando de uma mesa de RX telecomandada em curto-circuito.
- Um electropantomografo a colimar.
- Um detector do osteodensitómetro queimado...
É mesmo um dia bom, mesmo daqueles pra nunca mais esquecer !
Exageros
As vezes exagero, é verdade. Mas essa é a única medida do amor que sinto por ti.
Que é bem....exagerado ! E não me arrependo de te amar assim .
Que é bem....exagerado ! E não me arrependo de te amar assim .
Sonhei com uma cidade.
Quando penso numa cidade ideal, penso por imagens. Assim uma cidade ideal teria sem duvida o sol de Lisboa, com rio e mar. Teria a diversidade de Londres, a vida de Nova York a alegria e a liberdade de San Francisco. Para ser mais que perfeita falta-lhe o romantismo de Praga e o charme de Paris, bem misturados com o orgulho de Barcelona. Não poderá faltar um cantinho de La Boca, um prolongamento sofisticado da Rua Junin da única Buenos Aires. Para terminar acrescento apenas o mar de Florianapolis e toda a costa de Santa Catarina. Para os amantes dos bosques, parques e lagos nada como a natureza de Spisska Nova Vés.....
Ah....e a cidade seria um jardim como a Madeira e o por do sol de Porto Alegre, sobre o Rio Guaíba.
Ok. Sonhar ainda não paga imposto. E não custa!
Quando converso comigo.
Encostada na ombreira da porta da varanda pareces uma Deusa, daquelas dos contos de fadas. É então que me sinto pequenino por te admirar. O cabelo que te tomba pelos ombros, a perna que se flecte, a forma como saboreias o cigarro, o olhar perdido nas luzes da cidade, nem imaginas o quanto me fascinas ! Depois olho-te, vejo o teu doce olhar, a mel que escorre nos teus olhos. Olhos vivos, por vezes tristes, cansados, torturados pelas histórias da tua vida, mas sempre doces, sempre ternos. A seguir pego-te na mão, afago o teu rosto e dou-te um beijo de vida onde guardo tudo o que sinto por ti. Aí voltas a sorrir, sussurro o teu nome e digo-te :
" Tu és o meu amor..."
As vezes chega. Nem preciso de te saborear, só preciso de saber que existes e que fazes parte de mim, até quando me acordas e me fazes cair na realidade.
Sabes, tu és o meu amor e vais ser sempre ! Até ser-mos velhos ; quero ser velho e continuar a pegar-te na mão, a escrever-te, a admirar-te ! Quero que sejas eterna, uma luz sem fim que ilumina os meus dias...já te disse e repito - quero morrer primeiro que tu ! A vida sem ti é uma morte lenta, uma agonia, uma caixa preta sem luz, um mundo sem cor !!
" Tu és o meu amor..."
As vezes chega. Nem preciso de te saborear, só preciso de saber que existes e que fazes parte de mim, até quando me acordas e me fazes cair na realidade.
Sabes, tu és o meu amor e vais ser sempre ! Até ser-mos velhos ; quero ser velho e continuar a pegar-te na mão, a escrever-te, a admirar-te ! Quero que sejas eterna, uma luz sem fim que ilumina os meus dias...já te disse e repito - quero morrer primeiro que tu ! A vida sem ti é uma morte lenta, uma agonia, uma caixa preta sem luz, um mundo sem cor !!
Caminhadas
Gosto de te ver caminhar. Da leveza, da subtileza com que pisas os teus caminhos. Nunca te disse isto. Quando caminhas flutuas, mesmo triste o teu caminhar tem sempre uma elegância sem limites.
Quando caminhas para mim, presto atenção : aos olhos semi-cerrados, ao cabelo, as covinhas das bochechas,ás ancas, as belas e longas pernas, ao bambolear, ao teu sorriso ! Não reajo. Fico apenas parado a admirar a tua beleza. Nessas horas, só preciso do teu abraço, só preciso de me enroscar em ti e ouvir o teu coração.
Quando caminhas para mim, presto atenção : aos olhos semi-cerrados, ao cabelo, as covinhas das bochechas,ás ancas, as belas e longas pernas, ao bambolear, ao teu sorriso ! Não reajo. Fico apenas parado a admirar a tua beleza. Nessas horas, só preciso do teu abraço, só preciso de me enroscar em ti e ouvir o teu coração.
Confissões
Vou entrar em despesas e com todo o prazer : o Macaquinho Amarelo vai ter 1 (um) a Matemática o que me enche de orgulho.
Ter influência sobre uma criança é uma responsabilidade tremenda. Mais importante, é uma felicidade sem limites ! Consequencias : Pensar antes de agir para não defraudar !
A Vértice é uma empresa de amigos, que aínda se vai tornar grande! Apesar de, por enquanto, aínda nem se ver....
Tenho de aprender a ser mais objectivo e não me embrulhar com as palavras. Escrever é bem mais facil que falar...
As vezes dou um sentido diferente as palavras. Tenho de ter atenção, o meu interlocutor não tem obrigação de dar o mesmo sentido que eu...e pode dar origem a maus entendidos desnecessários !
Ter influência sobre uma criança é uma responsabilidade tremenda. Mais importante, é uma felicidade sem limites ! Consequencias : Pensar antes de agir para não defraudar !
A Vértice é uma empresa de amigos, que aínda se vai tornar grande! Apesar de, por enquanto, aínda nem se ver....
Tenho de aprender a ser mais objectivo e não me embrulhar com as palavras. Escrever é bem mais facil que falar...
As vezes dou um sentido diferente as palavras. Tenho de ter atenção, o meu interlocutor não tem obrigação de dar o mesmo sentido que eu...e pode dar origem a maus entendidos desnecessários !
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