Perguntas inconvenientes e respostas azedas.

Em conversa de amigos, perguntaram-me qual era, em minha opinião o maior mal das universidades portuguesas respondi:

“ É um conjunto bem tratado de diversos males que colaboram entre si com uma sintonia e uma concordância a que os idiotas do regime chamam sinergias. Em todo o caso o todo excede em muito a soma das partes."

Posso dizer que será o “ancestral desperdício da inteligência” que distingue a classe dirigente Portuguesa devido á sua debilidade mental face ao monopólio da alma. Quem sabe na actualidade desperdiçam com a maior das inocências, mas continuam a fazê-lo. Este deve ser o unico lugar da Europa onde as maiores responsabilidades recaem sobre pessoas sem instrução média ou superior.

Durante uns anos, as famílias pobres acreditavam que a universidade serviria como motor de ascensão e reconhecimento social. Durou pouco tempo. Nos nossos dias, para ser um bom português é um inconveniente ter aprendido, estudado e suado e numa universidade decente. Vale mais crescer na sombra das “jotinhas”, frequentar uma merda de um curso numa universidade parvinha e com sorte cair na televisão a papaguear sobre temas supostamente inteligentes.

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