Como é bom regressar a casa...
Quem me dera que o mundo voltasse ao seu curso normal. Que a humanidade recuperasse o sentido romântico da vida, e junto com ele, os abraços demorados, as serenatas, as cartas demoradas, os apertos de mão entre cervejas e tremoços.
Como gostaria de viver num mundo mais discreto e decente onde o amor fosse uma necessidade da alma e não um capricho de pilas e pipis.
Mas o que posso fazer?
Tocou-me viver numa época insensível, desumanizada, obscena em que já nada nem ninguem respeita os sentimentos do proximo.
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